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No ano de 2023, 14.504 mulheres foram vítimas de estupro e outras 221 de feminicídio no Estado de São Paulo. Para evitar que dados como este se repitam, a Prefeitura da Capital Paulista desenvolveu a maior rede de proteção à mulher do país. Dentro dela, existem equipamentos dedicados ao acolhimento e capacitação das vítimas para romper com o ciclo de violência.

Uma parte destes serviços acontece nas Casas da Mulher, um espaço que atende 24 horas por dia. Lá, as mulheres em situação de violência encontram serviços de acolhimento e escuta qualificada, por meio de uma equipe multidisciplinar, que oferece atendimento psicossocial e brinquedoteca, para crianças de zero a 12 anos.

As usuárias do equipamento contam com transporte para serviços de saúde e rede socioassistencial e jurídica; além de alojamento de passagem, com acolhimento provisório para os casos de iminência de morte. Os profissionais que atuam nestas casas também articulam serviços e equipamentos públicos nas comunidades onde elas ficam instaladas para prevenir e orientar a população sobre como fazer o enfrentamento à violência. 

Ao todo, são dez unidades da Casa da Mulher distribuídas pelo Centro e Zonas Norte, Sul, Leste e Oeste. Além disso, são 17 Centros de Defesa e Convivência da Mulher, também em todas as regiões. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

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